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	<title>Blog da CASa &#187; Entrevistas</title>
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		<title>Entrevista com Prof. Rodrigo Siqueira</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2015 13:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Professor Rodrigo Siqueira, da Faculdade de Medicina situada no Campus do Porangabuçu da UFC CASa: Fale-nos um pouco sobre você: seu background acadêmico, interesses de pesquisa, responsabilidades atuais na UFC. Rodrigo Siqueira: Sou formado em Fisioterapia pela Universidade Federal de&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/entrevista-com-prof-rodrigo-siqueira/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em>Professor Rodrigo Siqueira</em><em>, da Faculdade de Medicina situada no Campus do Porangabuçu da UFC</em></h3>
<p><strong><span style="letter-spacing: 0.05em; line-height: 1.6875;">CASa: Fale-nos um pouco sobre você: seu background acadêmico, interesses de pesquisa, responsabilidades atuais na UFC.</span></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/Prof.-Rodrigo-Siqueira.jpg"><img class=" wp-image-1599 alignright" alt="Prof. Rodrigo Siqueira" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/11/Prof.-Rodrigo-Siqueira-252x300.jpg" width="151" height="180" /></a>Rodrigo Siqueira:</strong> Sou formado em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na turma de 2002. Em 2003 resolvi ingressar no Mestrado em Ciências Biológicas (Habilitação: Fisiologia Humana), também na UFPE, obtendo o título em 2005. No período de 2005 a 2007 lecionei a disciplina Fisiologia Humana para vários cursos da área de saúde na Faculdade Maurício de Nassau em Recife. No ano de 2007, resolvi cursar o Doutorado, e ingressei na Pós-Graduação em Farmacologia da UFC. <span id="more-1598"></span>Atualmente sou Professor Adjunto do Departamento de Fisiologia e Farmacologia, onde leciono a disciplina Fisiologia Humana para os cursos da área de saúde. Também trabalho em pesquisa básica, na área de Fisiologia e Farmacologia Cardiovascular, junto à Pós-Graduação em Farmacologia. Além disso, exerço também a função de coordenador da Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) da UFC.</p>
<p><strong>CASa: O que motivou você a seguir a carreira docente?</strong></p>
<p><b>RS:</b> Meus pais são professores. Em um primeiro momento, poderia parecer natural que eu seguisse a carreira deles. Entretanto, não fui influenciado pelos meus pais, que sempre me deixaram muito à vontade para escolher minha profissão. Tudo foi acontecendo naturalmente, e em um determinado momento da faculdade percebi que gostava muito de apresentar seminários e trabalhos em sala de aula. A partir daí comecei a me informar sobre os requisitos necessários para ingressar na carreira docente da universidade.</p>
<p><strong>CASa: Porque você escolheu a UFC para seguir a carreira docente?</strong></p>
<p><b>RS:</b> A minha escolha pela UFC está relacionada com a atestada excelência de seus cursos de graduação na área de saúde e de pós-graduação na área biológica.</p>
<p><strong>CASa: Como tem sido sua experiência como docente da UFC?</strong></p>
<p><b>RS:</b> Em termos institucionais, a UFC me proporciona todo apoio necessário para que eu possa desenvolver minhas habilidades em todas as suas potencialidades. Tenho também bons colegas de trabalho docente, o que me permite desfrutar de um excelente ambiente de trabalho. Além disso, gosto muito de estar em sala de aula e interagir com os alunos.</p>
<p><strong>CASa: Qual a sua opinião sobre o papel do CASa para a formação docente do professor recém contratado na universidade?</strong></p>
<p><b>RS:</b> Acho de extrema importância. É uma oportunidade única em que cada docente pode interagir com outros colegas de outras áreas do conhecimento. Essa interação pode resultar em diversas parcerias que beneficiam a todos, principalmente os alunos. Aliado a isso, o docente recém-ingresso sedimenta o princípio da universalidade do conhecimento na instituição de ensino superior.</p>
<p><strong>CASa: Qual experiência você destacaria no CASa?</strong></p>
<p><b>RS:</b> Considero única a experiência proporcionada pelo encontro de didática do ensino superior. Para se ter uma ideia, pude trocar experiências didáticas com docentes das mais diversas áreas, como Geografia, Engenharia Química, Matemática, Zootecnia, Música. Aprendi muito ouvindo a experiência didática cotidiana dos colegas docentes. Foi muito enriquecedor.</p>
<p><strong>CASa: Para além do ambiente da vida no ambiente universitário, quais são seus outros interesses, hobbies, etc?</strong></p>
<p><b>RS:</b> Gosto muito de ler livros cujos temas não estejam diretamente relacionados com a minha área de conhecimento na universidade. Isso vai desde romance policial até biografia de bandas de rock. Gosto muito também de escutar música, dos mais variados gêneros, mas principalmente Rock and Roll. Sou completamente aficionado por filmes/cinema, seriados de TV e história em quadrinhos. Atualmente estou retomando outra coisa que gosto muito, que é a prática de esportes.</p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Prof. Camilo Almendra</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-camilo-almendra/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 14:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Camilo Almendra, do curso de Engenharia de Software no Campus da UFC em Quixadá Breviário: Fale-nos um pouco sobre você: seu background acadêmico, interesses de pesquisa, responsabilidades atuais na UFC. Camilo Almendra: Sou formando em Ciência da Computação pela UFC, na&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-camilo-almendra/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Prof. Camilo Almendra, do curso de Engenharia de Software no Campus da UFC em Quixadá</strong></em></h3>
<p><b><b>Breviário:</b> Fale-nos um pouco sobre você: seu background acadêmico, interesses de pesquisa, responsabilidades atuais na UFC.</b></p>
<p><strong><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/prof.camilo-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1422 alignright" alt="prof.camilo-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/prof.camilo-h150.jpg" width="120" height="150" /></a>Camilo Almendra:</strong> Sou formando em Ciência da Computação pela UFC, na turma de 1999. Em 2001, ingressei no Mestrado em Ciência da Computação da UFC, obtendo o título no início de 2003. <span id="more-1415"></span>Durante o mestrado trabalhei em projetos de pesquisa ligados a Educação a Distância e Realidade Virtual. Em 2003, comecei minha carreira em empresas de desenvolvimento de software, trabalhando em Recife e Fortaleza. Atualmente, trabalho com pesquisa aplicada em Engenharia de Software. Sou professor assistente no Campus da UFC em Quixadá, coordenador de projeto de monitoria a docência e vice-coordenador do curso de Engenharia de Software.</p>
<p><b><b>B: </b>O que lhe trouxe para a sua área profissional? E como decidiu lecionar na UFC?</b></p>
<p><strong>CA:</strong> Me apaixonei pela área durante a graduação, e tive certeza da escolha quando comecei a trabalhar em grandes projetos de pesquisa/desenvolvimento nacionais e internacionais. A decisão de lecionar se deu em um momento de transição na minha carreira, eu buscava novos desafios e a chance de atuar como docente apareceu em um Campus temático na área de TI.</p>
<p><b><b>B: </b>Quais os desafios em sua atuação docente na UFC?</b></p>
<p><strong>CA: </strong>Um desafio é mesclar teoria e prática nos programas de ensino. O aluno precisa compreender a importância do estudo das teorias e fundamentos científicos da área, e ao mesmo tempo precisa ser confrontado com a necessidade de desenvolver habilidades práticas indispensáveis para sua atuação profissional.</p>
<p><b><b>B: </b>O que mais lhe alegra em seu papel como professor?</b></p>
<p><strong>CA: </strong>Através das atividades de ensino, orientação acadêmica e de pesquisa, temos a possibilidade de fazer a diferença na formação dos alunos.</p>
<p><b><b>B: </b>Qual sua opinião sobre o CASa? Qual a importância da formação docente para o professor recém chegado à UFC?</b></p>
<p><strong>CA: </strong>A troca de experiências entre docentes veteranos e novatos é importante, e deve ser estimulado muito além de reuniões ou encontros presenciais.</p>
<p><b>B: Para além da vida no campus, quais são seus outros interesses, hobbies etc?</b></p>
<p><strong>CA: </strong>Sou fã de automobilismo e gastronomia (churrasco, em especial). Gosto muito de cozinhar e descobrir novas receitas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 02/03/2012 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Profa. Roberta Zandavalli</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 14:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Profa. Roberta Zandavalli, do Depto. de Biologia da UFC Breviário: Fale-nos um pouco sobre você: seu background acadêmico, interesses de pesquisa, responsabilidades atuais na UFC. Roberta Zandavalli: Sou graduada em Ciências Biológicas, mestre em Botânica e doutora em Ciências: ênfase&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-profa-roberta-zandavalli/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Profa. Roberta Zandavalli, do Depto. de Biologia da UFC</strong></em></h3>
<p><b>Breviário: Fale-nos um pouco sobre você: seu background acadêmico, interesses de pesquisa, responsabilidades atuais na UFC.</b></p>
<p><strong><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Profa.Roberta-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1504 alignright" alt="Profa.Roberta-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Profa.Roberta-h150.jpg" width="112" height="150" /></a>Roberta Zandavalli</strong>: Sou graduada em Ciências Biológicas, mestre em Botânica e doutora em Ciências: ênfase Botânica. Esses três títulos, eu obtive na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. <span id="more-1408"></span>Além disso, fiz Pós-Doutorado em Ecologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Meus interesses de pesquisa são Ecofisiologia Vegetal, mais especificamente interações entre plantas e plantas e ambiente.  Sou professora e coordenadora do Laboratório de Ecologia do Departamento de Biologia.</p>
<p><b>B: O que lhe trouxe para a sua área profissional? E como decidiu lecionar na UFC?</b></p>
<p><strong>RZ:</strong> No ensino médio, uma professora em particular me chamava muita atenção, era a professora de Biologia. Ela era uma pessoa muito crítica, engajada e sabia de tudo um pouco. Além disso, suas aulas práticas me agradavam muito. A partir disso, descobri que gostava de animais e plantas.  Estava entre veterinária ou biologia, decidi por biologia, pois abrangia uma gama maior de organismos. Chegar à UFC foi até uma surpresa para mim. Meu sonho era ser professora de uma Universidade Federal, e acabou acontecendo na UFC. Não foi planejado, obra do destino.</p>
<p><b>B: Quais os desafios em sua atuação docente na UFC?</b></p>
<p><strong>RZ:</strong> Boa pergunta. O maior desafio foi e ainda é, como docente no geral, largar velhos conceitos e buscar novos.   A maior parte da minha graduação e pós-graduação foi focada em aulas expositivas e provas, e nada mais. Depois de entrar na UFC, fui aprendendo com os estudantes e com o projeto CASa que uma maior diversificação de aulas fixa melhor o conteúdo. Então, agora, estou em busca de aulas mais dinâmicas, que interconectem os conteúdos e com maior participação dos estudantes.</p>
<p>Além disso, há a necessidade de inserir os estudantes no contexto social e ensinar valores, cidadania e crítica. Na UFC, particularmente, senti muita dificuldade de adaptação devido ao individualismo dos colegas de profissão, dificuldade essa, reduzida com a ajuda do projeto CASa, onde os professores se reuniam com um objetivo comum e interagindo sempre.</p>
<p><b>B: O que mais lhe alegra em seu papel como professora?</b></p>
<p><strong>RZ:</strong> Sem dúvida, é o interesse dos estudantes e o entusiasmo deles com algum assunto ou atividade. Também, a boa relação que eu tenho com os estudantes. Se eu estiver um pouco triste, vou para a sala de aula e meu humor muda assim que vejo os sorrisos deles.</p>
<p><b>B: Qual sua opinião sobre o CASa? Qual a importância da formação docente para o professor recém chegado à UFC?</b></p>
<p><strong>RZ:</strong> O projeto CASa me ajudou muito nesse momento de difícil transição. Na pós-gaduação não somos preparados para a docência, então passamos em um concurso, onde damos uma aula expositiva, e depois somos jogados na sala de aula, com estudantes sedentos por aulas mais interessantes. Foi difícil, mas, com a ajuda do projeto CASa pude ver que eu não era a única com essas dificuldades, e que era assim mesmo. Os colegas do projeto CASa me confortaram muito e me deram tranquilidade para continuar. Além disso, aprendi algumas dicas muito importantes para tornar as aulas mais didáticas e dinâmicas. Acho que o projeto CASa ajuda muito nesse período de confusão e mudança. Passei momentos de felicidade e questionamento enquanto participava ativamente do projeto.</p>
<p><b>B: Para além da vida no campus, quais são seus outros interesses, hobbies etc?</b></p>
<p><strong>RZ:</strong> Bom, não tenho muito tempo livre. Sabe como é ser mulher nos dias de hoje&#8230; Mas quando sobra um tempinho, gosto muito de deitar na rede com um livro. Não sou uma pessoa de esportes, gosto mais de momentos introspectivos. Procuro me auto conhecer e manter minha &#8220;sanidade mental&#8221; (não é fácil) e, para isso, leio coisas que me fazem bem e medito. Procuro me exercitar quando posso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 06/06/2012 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Prof. Flávio Cunto</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 13:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Flávio Cunto, do Departamento de Engenharia de Transportes BREVIÁRIO: Fale-nos um pouco sobre você, seu background acadêmico e interesses de pesquisa. FLÁVIO CUNTO: Terminei a graduação em Engenharia Civil em 1992 aqui mesmo na UFC. Depois de trabalhar durante três&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-flavio-cunto/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Prof. Flávio Cunto, do Departamento de Engenharia de Transportes</strong></em></h3>
<p><b>BREVIÁRIO: Fale-nos um pouco sobre você, seu background acadêmico e interesses de pesquisa.</b></p>
<p><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Prof.Flavio-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1502 alignright" alt="Prof.Flavio-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Prof.Flavio-h150.jpg" width="122" height="150" /></a>FLÁVIO CUNTO:</b> Terminei a graduação em Engenharia Civil em 1992 aqui mesmo na UFC. Depois de trabalhar durante três anos no ramo da engenharia rodoviária, decidi fazer mestrado em Engenharia de Transportes na Escola de Engenharia de São Carlos (USP), concluindo em 1998.<span id="more-1405"></span> Ao retornar trabalhei como professor na Universidade de Fortaleza (Unifor) até 2004, quando iniciei meu doutoramento, também em Engenharia de Transportes, na Universidade de Waterloo (Canadá), tendo concluído em novembro de 2008. Meu ingresso como professor na UFC ocorreu 2009. Atualmente meus interesses de pesquisa estão muito ligados à operação dos sistemas de transporte, mais especificamente à problemática da segurança viária. Estamos tentando compreender melhor a combinação de fatores e eventos que culminam com a ocorrência dos acidentes de trânsito. Além disso, estamos investigando a utilização de plataformas computacionais que simulam o tráfego veicular em redes viárias urbanas através de modelos microscópicos de tráfego. A ideia dessa abordagem é a avaliação de cenários de engenharia em termos de segurança e fluidez em um ambiente virtual ou seja, antes da estratégia ser implementada em campo.</p>
<p><b>B: O que lhe trouxe para a sua área profissional? E como decidiu lecionar na UFC?</b></p>
<p><b>FC: </b>No início, a engenharia de transportes trouxe fascínio pelo porte das obras e por ser bastante dinâmica, pois sempre tive aversão à rotina. Depois, meu interesse migrou para o planejamento e controle da circulação veicular e finalmente para a problemática dos acidentes de trânsito, que, acredito eu, seja um dos maiores desafios em grandes centros urbanos nos tempo atuais. Minha história como professor teve início em 1999 na Unifor, quando lecionei as disciplinas relacionadas à Engenharia de Transportes do Curso de Engenharia Civil. Amor à primeira aula, tudo o que eu queria&#8230; Ausência total de rotina e um prazer enorme em compartilhar tudo o que tinha vivenciado em campo para contribuir na formação dos alunos. Lecionar na UFC foi um sonho desde 1995, quando decidi fazer o mestrado. Confesso que o aspecto salarial afastou-me um pouco do sonho. Somente em 2000, com as primeiras experiências lecionando (na Unifor), decidi &#8220;assumir&#8221; o lado professor e, aos poucos, planejei o doutoramento. Em 2004, pedi demissão do emprego que tinha e parti para o doutorado. O pensamento de desfazer tudo o que tinha – casa, carros, emprego da esposa (só do emprego, da esposa não!) – para passar quatro anos fora do país e voltar ao Brasil desempregado tirou algumas boas noites de sono, mas foi a decisão mais acertada de toda a minha vida.</p>
<p><b>B: Quais os desafios em sua atuação docente na UFC?</b></p>
<p><b>FC: </b>Acho que o maior desafio é conseguir aliar as duas grandes fontes de motivação pessoal: meu papel de educador e de pesquisador. Isso de uma forma que eu possa contribuir nos dois papéis, mas ao mesmo tempo ser uma pessoa feliz, sem amarguras ou ressentimentos acumulados por desequilíbrios continuados de atribuições, metas, frustrações e desejos ao longo de minha carreira profissional.</p>
<p><b>B: O que mais o alegra em seu papel como professor?</b></p>
<p><b>FC: </b>Os alunos. Gosto de gente. Acho muito gratificante saber que a cada semestre que se inicia irei encontrar um grupo novo de jovens e tentar motivá-los nesse processo de aprendizagem da engenharia.</p>
<p><b>B: Qual sua opinião sobre a CASa? Qual a importância da formação docente para o professor recém-chegado à UFC?</b></p>
<p><b>FC:</b> Como professor, estou na UFC há pouco mais de três anos e participei do momento inicial da CASa. Pessoalmente, a CASa contribuiu bastante na minha atuação como professor. Lembra que eu disse que gosto de gente? Na CASa, conheci e convivi com professores com outras formações, aspirações, visões diferentes em relação ao processo ensino-aprendizagem. Mesmo com todas as diferenças, encontrei uma série de questionamentos similares, mas dessa vez, com várias propostas novas (pelo menos para mim). A CASa, na minha opinião, é uma espécie de porto seguro – ou &#8220;botão de pânico&#8221; para os novos professores que dormiram pesquisadores e acordaram professores. Nesses casos, corremos um sério risco de simplesmente repetir, sem qualquer questionamento, o mesmo processo de ensino-aprendizagem ao qual fomos submetidos ao longo de nossa vida acadêmica. Pela natureza dinâmica inquestionável desse processo, repeti-lo sem reflexões não parece ser uma estratégia que traga benefícios.</p>
<p><b>B: Para além da vida no campus, quais são seus outros interesses, hobbies, etc?</b></p>
<p><b>FC:</b> Gosto bastante de leitura, música e esportes. Em todos me considero um &#8220;sujeito pop&#8221; e me deixo levar pela ocasião. Por exemplo, um sábado em família, com um bom churrasco, cervejinha (ninguém é de ferro), nada melhor do que um sambinha de mesa e uma MPB de qualidade. Tenho meus momentos clássicos de Led Zepellin e Pink Floyd e mais modernos com Lenny Kravitz, Erykah Badu, Maxwell e Portishead. Gosto de ler muito sobre história. Sou fascinado pela história das duas grandes guerras. Nos esportes, adoro futebol, sou &#8220;vozão&#8221;, mas minha paixão tem sido o tênis. Gosto da ideia de praticar um esporte que posso jogar quando ficar mais velho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 09/05/2013 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Prof. Zeca Delfino</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-zeca-delfino/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 13:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. José Antonio Delfino Barbosa Filho, coordenador do NEAMBE BREVIÁRIO: Fale-nos um pouco sobre você, seu background acadêmico, interesses de pesquisa e responsabilidades atuais na UFC. ZECA DELFINO: Sou engenheiro agrícola, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA – MG) e fiz meu mestrado&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-zeca-delfino/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Prof. José Antonio Delfino Barbosa Filho, coordenador do NEAMBE</strong></em></h3>
<p><b>BREVIÁRIO:</b> <strong>Fale-nos um pouco sobre você, seu background acadêmico, interesses de pesquisa e responsabilidades atuais na UFC.</strong></p>
<p><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Prof.Zeca-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1500 alignright" alt="Prof.Zeca-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Prof.Zeca-h150.jpg" width="109" height="150" /></a>ZECA DELFINO:</b> Sou engenheiro agrícola, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA – MG) e fiz meu mestrado e doutorado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ – USP). <span id="more-1402"></span>Desde minha época na graduação, sempre flertei muito com a área de produção animal e, embora estando em um curso de Engenharia, sempre estava envolvido com essa área. Quando concluí meus estudos em Minas, fui fazer pós-graduação em São Paulo e lá tive a felicidade de encontrar uma linha de pesquisa (Física do Ambiente Agrícola) que representava o casamento perfeito entre a engenharia e a área de produção animal. Passei então seis anos na ESALQ, em Piracicaba, onde fiz grandes amizades e pude amadurecer muito como pesquisador. Quando terminei meu doutorado (2008), apareceu então uma vaga para professor de Ambiência Agrícola em um concurso para o Departamento de Engenharia Agrícola aqui na UFC e eu resolvi tentar. Felizmente deu tudo certo e, desde 2009, estou em Fortaleza. Atualmente sou o professor responsável pelas disciplinas de Construções Rurais (Agronomia) e de Instalações Zootécnicas (Zootecnia) na graduação, faço parte de dois programas de pós-graduação na UFC (Engenharia Agrícola e Zootecnia) e sou coordenador do NEAMBE – Núcleo de Estudos em Ambiência Agrícola e Bem-estar Animal.</p>
<p><b>B:</b> <strong>O que o trouxe para a sua área profissional? E como decidiu lecionar na UFC?</strong></p>
<p><b>ZD: </b>Passei uma boa parte da minha vida no campo, dos 2 aos 19 anos de idade, e como sempre tive muito contato com a terra e com os animais, não tinha como não seguir com isso na minha vida profissional também. Foi quando optei pelo curso de Engenharia Agrícola. Sou apaixonado pela vida no campo, por estar em contato com a natureza e perto dos animais. Desde criança pude vivenciar de muito perto os altos e baixos da produção rural, acompanhei meu pai nos muitos plantios, colheitas, preparo de terras, irrigações, na ordenha e manejo dos animais, na criação de peixes, etc&#8230; Foi um tempo muito bom, em que aprendi muito e que ainda me enche de saudades. Tenho certeza de que este tempo de vida no campo é que me deu o conhecimento e a experiência prática que hoje tento levar para a sala de aula e passar para os meus alunos. Esse período da minha vida foi um ótimo “treinamento” que tive e que me ajuda muito em sala de aula. Como já mencionei, vir para a UFC foi meio que acidental, por assim dizer, pois na época estava a espera de um concurso e estava disposto a ir para qualquer lugar do país onde tivesse uma vaga na minha área de atuação, daí esta vaga apareceu aqui em Fortaleza, e eu sequer conhecia qualquer cidade do nordeste do Brasil até então. Mas não tive medo, arrumei as minhas malas e vim para cá, o que posso dizer é que foi uma surpresa muito boa, gosto muito daqui e me adaptei muito rápido a tudo e a todos.</p>
<p><b>B: </b><strong>Quais os desafios em sua atuação docente na UFC?</strong></p>
<p><b>ZD:</b> Os desafios pelos quais tenho passado, creio serem os mesmos que todos os professores ingressantes enfrentam. Temos que lidar com a adaptação à nova universidade, aos novos colegas, aos recursos disponíveis, à estrutura física, aos cargos que nos são impostos, as metas de produção, etc&#8230; Mas talvez o maior desafio de todos seja o ato de ensinar outras pessoas, de passar conhecimento. Esse, com certeza, é o ponto chave da nossa realização profissional e, embora sejamos direcionados para esse propósito durante a pós-graduação, muitas vezes nos deparamos com uma realidade bem diferente quando entramos numa sala de aula. Sabemos que o professor recém-ingresso nas universidades na maioria das vezes não passou por nenhum tipo de treinamento ou foi preparado anteriormente para as situações de sala de aula. Até mesmo pela nossa cultura de produtividade acadêmica (publicações), passamos toda a pós-graduação preocupados em fazer um bom currículo e quase sempre deixamos de lado a atividade didática. Eu tive a sorte de ter podido dar aulas durante o meu mestrado e doutorado, e isso me deu mais segurança quando entrei na UFC, mas acredito que nem todos tem essa oportunidade e acabam se deparando com uma situação bem diferente da esperada. Neste ponto gostaria de enfatizar a importância do projeto CASa e das propostas das muitas ambiências temáticas que se tem atualmente, em especial a ambiência da qual tive a oportunidade de fazer parte “Cooperação e Interatividade” onde a proposta era justamente refletir sobre esses muitos desafios que surgem quando se é admitido como professor em uma universidade.</p>
<p><b>B:</b> <strong>O que mais o alegra em seu papel como professor?</strong></p>
<p><b>ZD:</b> O que sempre me motivou a ser professor foi a possibilidade de poder passar o conhecimento adiante, de poder compartilhar experiências vividas e de poder ser confrontado a todo o momento com novos problemas e situações. Hoje cada vez mais nos deparamos com um ritmo de vida muito intenso, pautado pela correria diária e pela velocidade das informações proporcionada pelos nossos dispositivos multifuncionais portáteis, dos quais não utilizamos nem 50% dos recursos embora os consideremos vitais&#8230; Acho isso um tanto quanto nocivo, pois não temos mais tempo para parar e pensar, e isso é muito sério, não paramos mais para observar ou entender como as coisas funcionam ao nosso redor, sequer olhamos mais para o céu. Pare e pense quando foi a ultima vez que você olhou para o céu a noite e observou as estrelas. Então, quando optei pela carreira docente senti que precisava fazer as pessoas pensarem mais sobre o que acontece ao seu redor, daí comecei a adotar um sistema de dar aulas baseado em experiências reais, cotidianas, que provavelmente alguma vez na vida o estudante já deverá ter vivenciado ou pelo menos presenciado. Utilizo em minhas aulas exemplos práticos do dia a dia, procuro traduzir a teoria em algo palpável, que seja real e que aconteça ou possa vir a acontecer algum dia, faço isso colocando os estudantes frente a situações verídicas e vou auxiliando-os de forma a encontrarmos uma melhor solução para o problema. Isso faz com que eles parem para pensar, pelo menos por um instante, e quando consigo isto sinto que estou no caminho certo, e esta é com certeza a minha maior alegria como professor.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Qual sua opinião sobre a CASa? Qual a importância da formação docente para o professor recém chegado à UFC?</strong></p>
<p><b>ZD:</b> Como já mencionei, considero o projeto CASa algo indispensável para os professores ingressantes, tanto pelo ponto de vista da inserção na universidade quanto pela oportunidade de interação com outros colegas de diferentes departamentos, que também se encontram na mesma situação. Devo dizer que o projeto me ajudou muito desde a minha entrada na UFC. A ambiência temática da qual tive a oportunidade de fazer parte (Cooperação e Interatividade) tinha um propósito simples, mas que funcionou muito bem para os professores que a compunham. A premissa era a de se promover encontros semanais entre os novos professores com o objetivo de expor as dificuldades encontradas por cada um, de modo que os demais pudessem ajudar ou sugerir soluções para tentar, de alguma forma, superar os problemas ou dificuldades pelas quais estávamos passando. Lembro-me que um dos problemas mais comentados era o fato de que os novos professores estavam sendo colocados para assumir cargos administrativos, tais como chefia de departamento ou coordenação de pós-graduação e isso nos enchia de medo, pois não tínhamos a menor noção de como lidar com cargos e responsabilidades como estas. Resolvemos então que o melhor seria bater o pé e não assumir nada logo de cara, e isso foi muito bom para mim, pois na época eu estava passando por uma situação semelhante e eu pude, com o apoio dos demais colegas da ambiência, tomar a decisão certa. Hoje vejo que não tinha o preparo e a maturidade necessários para assumir cargos como aqueles e sinto que a maioria dos professores ingressantes se depara com situações semelhantes a esta e que devido à inexperiência, ou falta de aconselhamento, acabam assumindo este ou outros compromissos que podem se tornar um grande problema logo no começo de sua carreira profissional.</p>
<p><b>B:</b><strong> Para além da vida no campus, quais são seus outros interesses, hobbies, etc?</strong></p>
<p><b>ZD:</b> Adoro cinema, video games e história em quadrinhos, estes são meus passatempos favoritos, não troco por programa nenhum uma boa pré-estreia no cinema, com direito a fila de espera e tudo mais. Já passei muitas noites em claro em partidas de jogos de estratégia no computador e sempre que posso fujo da literatura cientifica e mergulho de cabeça no mundo imaginário dos quadrinhos. Sendo assim, ficam aqui algumas recomendações para que também gosta desse universo&#8230; Assistam o filme dos Vingadores, joguem Diablo III e aproveitem a ótima safra atual de quadrinhos nacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 23/05/2013 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Profa. Diana Fortier</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-profa-diana-fortier/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 12:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Profa. Diana Fortier, do curso de Letras-Inglês BREVIÁRIO: Conte-nos um pouco sobre sua trajetória acadêmica desde a graduação, como aluna, até se tornar professora e sobre seus principais interesses de pesquisa. DIANA FORTIER: Cursei a graduação em Letras-Inglês e Português e&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-profa-diana-fortier/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Profa. Diana Fortier, do curso de Letras-Inglês</strong></em></h3>
<p><b>BREVIÁRIO</b>: <strong>Conte-nos um pouco sobre sua trajetória acadêmica desde a graduação, como aluna, até se tornar professora e sobre seus principais interesses de pesquisa.</strong></p>
<p><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Profa.Diana-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1498 alignright" alt="Profa.Diana-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Profa.Diana-h150.jpg" width="124" height="150" /></a>DIANA FORTIER:</b> Cursei a graduação em Letras-Inglês e Português e respectivas literaturas na UFC. Imediatamente após me formar, trabalhei como [professora] substituta na Casa de Cultura Britânica da UFC, por um ano, após o que ingressei na Uece para cursar mestrado em Linguística Aplicada, com ênfase em Metodologia de Ensino de Língua Inglesa. <span id="more-1392"></span>Iniciei também o doutorado em Linguística na UFC, na área de Terminografia. Infelizmente, tive que interromper o curso no terceiro ano por problemas de saúde, mas pretendo retomar a pesquisa o mais brevemente possível. Desde maio de 2010, sou professora assistente do Departamento de Letras Estrangeiras da UFC, mesmo ano em que passei a atuar como tradutora juramentada, registrada na Junta Comercial do Estado do Ceará. No momento, mantenho um grupo de pesquisa em Tradução Técnica e Juramentada, além de investigar também o uso de ferramentas computacionais na tradução, lexicografia/terminologia e ensino de línguas estrangeiras.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Por que se interessou pela docência? A vontade de lecionar veio antes ou durante o curso de graduação?</strong></p>
<p><b>DF:</b> Sou filha de professores (pai e mãe), então cresci cercada de livros e histórias de sala de aula. Corrigi muita prova&#8230; Para mim foi um passo quase que natural, embora tenha me aventurado também por outras paragens (tenho diploma de Eletrotécnica pela antiga Escola Técnica, hoje IFCE, e trabalhei nesta área por breve período). Um dos meus irmãos também é docente, na Federal do Piauí. Está no sangue!</p>
<p><b>B:</b> <strong>Estudar e lecionar línguas estrangeiras torna a docência mais desafiadora? Por quê?</strong></p>
<p><b>DF:</b> Todo processo de ensino é um desafio, para todos os envolvidos. Não creio que haja dificuldades maiores ou menores entre as áreas, apenas especificidades. No caso do curso de Letras &#8211; Inglês, no qual atuo, existe o fator complicador da dupla tarefa &#8211; ensinar a língua aos alunos e ensinar-lhes como ensinar a língua. É uma carga dobrada, que por vezes dificulta o trabalho, mas é uma característica fundamental daquilo que fazemos. Não poderia ser diferente, dadas as circunstâncias particulares do curso.</p>
<p><b>B:</b> <strong>O que lhe dá mais satisfação em ser professora?</strong></p>
<p><b>DF:</b> O contato com os alunos. Com toda a certeza, é a melhor parte do nosso trabalho&#8230; Nada recarrega tanto as baterias como dar uma boa aula e sentir que os alunos fizeram dela bom proveito.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Ao se tornar docente da UFC, como foi o processo de adaptação? Quais foram os maiores desafios?</strong></p>
<p><b>DF:</b> A docência universitária tem contornos bem específicos, que derivam da amplitude do nosso escopo: pesquisa, ensino e extensão. Mas existe um quarto aspecto da nossa atuação, que é muitas vezes desconhecido da maioria da comunidade acadêmica e em geral: como professores de uma universidade pública, participamos ativamente da gestão da própria instituição. Esse fato implica em tarefas adicionais para o professor, tarefas às quais eu não estava acostumada. No entanto, defendo a autonomia universitária e acredito que devemos continuar nos auto-gerindo, para permanecermos independentes, intelectual e politicamente.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Para você, qual a importância da CASa e da formação docente promovida para o(a) professor(a) recém-chegado(a) à UFC?</strong></p>
<p><b>DF:</b> Participar da CASa foi uma experiência diferente de todas as que tive anteriormente, em termos de formação profissional. Existe uma visão holística do nosso trabalho dentro da CASa que eu gostaria de ver manifestada em todas as instâncias da atuação docente na UFC.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Quando tem um tempo livre, o que você mais gosta fazer?</strong></p>
<p><b>DF:</b> Tempo livre? O que é isso (brincadeira)? Falando sério, gosto de ler, assistir filmes, cuidar da vida espiritual, passar tempo com a família&#8230; e dormir também é ótimo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 30/07/2013 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Prof. Emmanuel de Souza</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-emmanuel-de-souza/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 12:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Emmanuel Prata de Souza, do Departamento de Morfologia BREVIÁRIO: Conte-nos um pouco sobre sua vida acadêmica e sobre seus principais interesses de pesquisa. EMMANUEL SOUZA: Atualmente, ensino Anatomia para os cursos de Enfermagem, Odontologia e Medicina e desenvolvo pesquisas nas áreas&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-emmanuel-de-souza/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Prof. Emmanuel Prata de Souza, do Departamento de Morfologia</strong></em></h3>
<p><b>BREVIÁRIO:</b> C<strong>onte-nos um pouco sobre sua vida acadêmica e sobre seus principais interesses de pesquisa.</strong></p>
<p><b>EMMANUEL SOUZA:</b> Atualmente, ensino Anatomia para os cursos de Enfermagem, Odontologia e Medicina e desenvolvo pesquisas nas áreas de fisiologia, farmacologia e produtos naturais. Também iniciarei um projeto de extensão com as escolas públicas, onde ensinarei a professores e seus alunos anatomia básica.<span id="more-1389"></span></p>
<p><b>B:</b> <strong>Como passou a se interessar pela docência?</strong></p>
<p><b>ES:</b> Comecei a me espelhar em bons professores na escola, seguidos de professores na graduação. Na graduação, a monitoria foi uma faísca importante.</p>
<p><b>B:</b> <strong>O que mais lhe motiva na atividade de docente?</strong></p>
<p><b>ES:</b> A possibilidade de crescimento pessoal constante, bem como a auto-capacitação baseada em evidências científicas. São essências distintas de outras profissões.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Sua graduação é em Nutrição, mas como professor já lecionou em diversos cursos da área biológica, como Medicina, Agronomia e Odontologia, tanto na UFC quanto em outras universidades. O que essa transdisciplinaridade agrega na própria atividade do docente e quais são os desafios de ensinar em diferentes cursos?</strong></p>
<p><b>ES:</b> Como são áreas que apresentam, em algum momento, domínios comuns, uma visão transversal é mais importante do que uma visão mais tecnicista. O desafio é contextualizar em cursos fora do nosso escopo. Na atualidade, o ensino é algo mais recheado de realidades, de contextualizações. E, nesse âmbito, o professores deve estar com as ferramentas prontas para abordar assuntos fora de sua alçada. Outro desafio importante, é o professor contextualizar, sem ter aprendido em algum momento de sua formação. Essa iniciativa é algo difícil de acontecer, mas prazeroso quando se aprende.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Como foi o processo de adaptação ao chegar na UFC?</strong></p>
<p><b>ES:</b> Como já fui professor tanto de ensino em particulares quanto de outra universidade federal, a adaptação foi tranquila. No entanto, o volume de trabalho no Campus do Porangabussu é maior do que os outros locais, principalmente no que se refere a pesquisa.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Na sua opinião, qual a importância da CASa e da formação docente promovida para o(a) professor(a) recém-chegado(a) à UFC?</strong></p>
<p><b>ES:</b> O projeto CASa vem despertar um lado obscuro em nossa carreira docente, que são as iniciativas não convencionais. Isso quebra um pouco o mesmismo de nossas profissões e nos dá uma visão um pouco diferenciada no modo de conduzir essa nossa carreira.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Nas horas vagas, que atividades de lazer você costuma praticar?</strong></p>
<p><b>ES:</b> Sou bastante viciado em duas atividades. Uma são as artes marciais, e a outra são jogos virtuais multiplayer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 04/10/2013 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Prof. Rodrigo de Andrade</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-rodrigo-de-andrade/</link>
		<comments>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-rodrigo-de-andrade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 12:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Rodrigo Fragoso de Andrade, do curso de Fisioterapia BREVIÁRIO: Rodrigo, conte-nos um pouco sobre sua vida acadêmica e sobre seus principais interesses de pesquisa. RODRIGO FRAGOSO: Iniciei na carreira de docente no ano de 2008 e atualmente sou professor do curso&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-prof-rodrigo-de-andrade/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Prof. Rodrigo Fragoso de Andrade, do curso de Fisioterapia</strong></em></h3>
<p><b>BREVIÁRIO:</b> <strong>Rodrigo, conte-nos um pouco sobre sua vida acadêmica e sobre seus principais interesses de pesquisa.</strong></p>
<p><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Prof.-Rodrigo-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1496 alignright" alt="Prof. Rodrigo-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Prof.-Rodrigo-h150.jpg" width="109" height="150" /></a>RODRIGO FRAGOSO:</b> Iniciei na carreira de docente no ano de 2008 e atualmente sou professor do curso de Fisioterapia da UFC, coordenando os módulos de Recursos Eletrotermofotobiológicos e Recursos Fisioterapêuticos Biohídricos, além de colaborar em vários outros módulos de Fisioterapia aplicada à disfunções do aparelho locomotor.<span id="more-1386"></span> Mantendo a mesma linha de pesquisa desenvolvida durante o mestrado e o doutorado que fiz no Programa de Pós-graduação em Neuropsiquiatria e Ciências do Comportamento, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), tenho desenvolvido estudos nas áreas de aplicação de recursos terapêuticos durante o processo regenerativo do nervo periférico, assim como na associação dos recursos terapêuticos e da terapia celular na regeneração nervosa.</p>
<p><b>B:</b><strong> Como surgiu o interesse pela docência e em que medida isso influenciou nas escolhas que fez durante a formação acadêmica?</strong></p>
<p><b>RF:</b> Desde a infância a docência fez parte do meu cotidiano. Minha mãe era professora do ensino básico. Em vários momentos a acompanhei em suas aulas e ficava admirado com tamanha paixão com que ela ministrava suas aulas. Desta forma, acho que isso despertou em mim o interesse pela carreira docente, que ficou guardado em meu subconsciente. No entanto, não iniciei a graduação com o objetivo de ser professor. Ao longo dos cinco anos do curso de Fisioterapia apareceram algumas oportunidades que cada vez mais me trouxeram para a carreira docente. Algumas delas se concretizaram através das atividades de monitoria, de modo que, dos meus cinco anos de graduação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), três anos e meio estive participando de atividades voltadas a iniciação a docência. No final do curso percebi que seguir a carreira docente era minha vontade, o que me fez trilhar o caminho da especialização, mestrado, doutorado e, hoje em dia, ser professor universitário.</p>
<p><b>B:</b> <strong>O que o motiva mais na atividade docente?</strong></p>
<p><b>RF: </b>Pelo ponto de vista técnico, acredito que todo professor é um facilitador do processo de ensino-aprendizado. Isso faz com que possamos mostrar aos alunos formas multivariadas de discutir um determinado assunto que antes parecia ser incompreendido. Deste modo, minha maior motivação é trazer para o aluno o interesse por assuntos antes desconhecidos, despertando a curiosidade e a busca por informações que serão relevantes em sua vida profissional. Pelo ponto de vista emocional, minha grande motivação é ver a dedicação e o entusiasmo dos alunos na possibilidade de promover bem estar físico e muitas vezes, emocional, para os pacientes. É neste momento que os alunos descobrem que para ser um bom profissional não basta apenas o conhecimento técnico, mas também, o toque, a conversa e a sensibilidade no tratamento com os pacientes são essenciais para a formação de um profissional diferenciado e mais humanizado.</p>
<p><b>B: </b><strong>Como foi o processo de adaptação ao chegar na UFC?</strong></p>
<p><b>RF:</b> Foi super tranquilo. Já tive experiência prévia de ensino na UFPE, na qual fui professor substituto por dois anos. Chegando na UFC, fui muito bem recebido pelos demais docentes do curso de Fisioterapia, que, além de me ambientar nas atividades da graduação, forneceram informações relevantes sobre a parte burocrática da Universidade. O fato de ser um curso novo e com poucos docentes permitiu a formação de vínculos de amizade que vem aumentado com a chegada de novos professores.</p>
<p><b>B: </b><strong>Quando você entrou na UFC, em 2010, o curso de Fisioterapia estava apenas iniciando. Quais foram os maiores desafios enfrentados como docente em um curso ainda novo?</strong></p>
<p><b>RF:</b> Quando entrei na UFC, a primeira turma do curso de Fisioterapia estava no segundo semestre, de forma que pude participar do processo de planejamento de cada módulo subsequente. Nós (falo nós porque desde começo todos os professores agem como uma equipe) tivemos o grande desafio de estruturar a parte física (prédio da Fisioterapia e laboratórios) e de equipamentos para o curso, o que nos estimulou na busca por informações administrativas, como elaboração de termo de referência e licitações, além de campos de estágios para os alunos.</p>
<p><b>B: </b><strong>Para você, qual a importância da CASa e da formação docente promovida para o(a) professor(a) recém-chegado(a) à UFC?</strong></p>
<p><b>RF:</b> Acredito que a CASa seja bastante importante para os docentes ingressantes na UFC, uma vez que neste projeto podemos conhecer um pouco mais da estrutura administrativa e acadêmica da Universidade. Além disso, o projeto CASa permite a discussão de temas relevantes para o dia-a-dia do docente tanto no se refere as atividades de planejamento quanto na rotina da sala de aula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 04/11/2013 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Profa. Alessandra Carneiro</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-profa-alessandra-carneiro/</link>
		<comments>http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-profa-alessandra-carneiro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 20:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Profa. Alessandra Carneiro, do Departamento de Economia Doméstica BREVIÁRIO: Alessandra, conte-nos um pouco da sua trajetória acadêmica e profissional. ALESSANDRA CARNEIRO: Desde o início da graduação em Economia Doméstica, me engajei em projetos do Departamento. Fui bolsista de extensão do Núcleo de&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-profa-alessandra-carneiro/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Profa. Alessandra Carneiro, do Departamento de Economia Doméstica</strong></em></h3>
<p><b>BREVIÁRIO:</b> <strong>Alessandra, conte-nos um pouco da sua trajetória acadêmica e profissional.</strong></p>
<p><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Profa.-Alessandra-h150.jpg"><img class="size-full wp-image-1494 alignright" alt="Profa. Alessandra-h150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2015/08/Profa.-Alessandra-h150.jpg" width="125" height="150" /></a>ALESSANDRA CARNEIRO:</b> Desde o início da graduação em Economia Doméstica, me engajei em projetos do Departamento. Fui bolsista de extensão do Núcleo de Educação do Consumidor (EDUCON), de pesquisa no Núcleo de Desenvolvimento da Criança (NDC) e de monitoria no Laboratório de Preparo de Alimentos, além de participar de grupos de estudos do Núcleo de Estudo de Gênero, Idade e Família (NEGIF). <span id="more-1380"></span>Aproveitei o tempo da graduação para percorrer os espaços e definir meus interesses, já que nosso curso tem aspectos generalistas. Todas estas atividades foram complementares às disciplinas e hoje acredito que me proporcionaram vivência e oportunidade de ver além dos limites da Universidade. Além da Universidade, fui estagiária de empresas da área de alimentação coletiva, para qual voltei meus interesses de pesquisa e que foram o suporte para o meu trabalho de conclusão de curso. Logo iniciei uma especialização em Vigilância Sanitária de Alimentos na UECE e, antes de finalizá-la, ingressei no Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos na UFC. A partir daí descobri a pesquisa de forma mais sistemática e isso me fez transpor enormes barreiras que só reforçaram a certeza da carreira docente. Ano passado foi um momento de muita felicidade na minha trajetória acadêmica, pois fui aprovada num concurso público como professora assistente do Departamento de Economia Doméstica e também no Doutorado em Ciência e Tecnologia de Alimentos/UFC, sentimentos indescritíveis pela realização profissional de pertencer a esta Universidade e poder continuar meus estudos.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Desde o início da graduação em Economia Doméstica você já imaginava seguir a área da docência? Como surgiu o desejo de se tornar docente?</strong></p>
<p><b>AC: </b>Venho de uma família de muitas professoras e, antes de iniciar a graduação, já tinha algumas experiências de ensino com crianças. Após os primeiros semestres, essa determinação já estava consolidada para os meus propósitos futuros. Lembro de algumas vezes em disciplinas quando tínhamos que apresentar seminários, estes eram minuciosamente preparados e estudados, avalio que estava pouco a pouco me preparando&#8230; eram momentos em que vibrava muito. Fui motivada a permanecer nesse propósito por algumas professoras do meu departamento que admirava e a quem respeitava, cada uma com suas especificidades (Profas. Selma, Ana, Clarisse, Consuelo). No final da graduação conversava abertamente do meu interesse de um dia “voltar” como professora. E, por incentivo da Profa. Consuelo, participei da primeira seleção para professora substituta. Nem sei descrever da alegria de colar grau e posteriormente me ver professora, um grande desafio para mais estudos.</p>
<p><b>B:</b> <strong>O que mais gosta em ser professora?</strong></p>
<p><b>AC:</b> Da comunicação e do conhecimento. Estar próxima de pessoas e utilizar meus conhecimentos para estimular o desenvolvimento delas me fazem acreditar que exerço o bem. Em contrapartida, adquirir conhecimento a partir das experiências dos alunos e ser estimulada por eles para ir além e buscar mais é sempre inovador, mesmo tendo conteúdos e rotinas determinadas. A cada momento transformamos e somos transformados. Isso é gratificante!</p>
<p><b>B:</b> <strong>Como se tornou professora da UFC e como se sentiu ao lecionar no mesmo curso em que há pouco tempo havia sido estudante?</strong></p>
<p><b>AC:</b> É indescritível a sensação de ver a realização de um “sonho”, trabalhar no que gosta, num espaço de produção de conhecimento como a UFC, com o qual tenho uma relação de amor e pertencimento e ainda no curso que fui formada. É felicidade demais. Ao entrar no departamento e ter a oportunidade de trabalhar com algumas pessoas que foram minhas professoras, às vezes fica difícil de processar os sentimentos. Mas de fato incorporamos as situações e entrar na sala de aula e reconhecer aquele espaço me estimula a superar a emoção e ir em busca de mais conhecimento, seja ele didático ou como ciência.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Quais são os projetos de que participa dentro da universidade?</strong></p>
<p><b>AC:</b> Atualmente participo dos projetos de extensão “A pesquisa como instrumento de formação acadêmica e profissional / Curso – Treinamento e qualificação profissional do Laboratório de Estudos e Políticas Públicas (LEPP)” e “Alimentação e nutrição: um universo de conexão e saberes”, com atividades ligadas a locais de atuação do Projeto RONDON. Participo também da Monitoria de Iniciação à Docência com o projeto “Padronização de fichas técnicas de conservas artesanais de origem animal e vegetal”. Quanto à pesquisa, estou envolvida nas atividades do meu doutorado que tem como foco a aplicação de nanotecnologias em sucos de frutas tropicais, sob orientação da Profª Isabella Montenegro Brasil, mas ainda estamos em processo de estudos e adequação do projeto.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Na sua opinião, como a formação docente promovida pela CASa auxilia o(a) professor(a) recém-chegado(a) à UFC?</strong></p>
<p><b>AC: </b>Participar das atividades da CASa tem sido um excelente momento de adquirir conhecimentos sobre a instituição a qual pertencemos e trocar experiências com outros professores recém-ingressos que passam pelas mesmas incertezas e anseios. É bom descobrir que não estamos sós. Já participei do curso Docência Integrada às Tecnologias da Informação e Comunicação – DTIC, que foi um aprendizado efetivo dentro da sala de aula; Mentores da Docência, em que a emoção de homenagear um professor importante na sua trajetória se transforma em um agradecimento formal. Atualmente estou participando da disciplina de Didática do Ensino Superior, que tem promovido em mim o despertar das discussões acerca da formação, da atuação, da construção de ser docente. Participar destas atividades me motiva a buscar e a participar mais e não só cumprir o que nos é solicitado durante nosso estágio probatório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 11/12/2013 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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		<title>Entrevistas &#8211; Entrevista com Prof. Michel Mascarenhas</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 20:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[Prof. Michel Mascarenhas, da Faculdade de Direito Breviário: Professor Michel, conte-nos um pouco sobre sua trajetória acadêmica e experiências na área de pesquisa. Michel Mascarenhas: Sou graduado em Direito (2006) e Mestre em Direito Constitucional (2010), além de advogado. Iniciei a minha&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/spotlight-entrevista-com-michel-mascarenhas/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><em><strong>Prof. Michel Mascarenhas, da Faculdade de Direito</strong></em></h3>
<p><b>Breviário:</b> <strong>Professor Michel, conte-nos um pouco sobre sua trajetória acadêmica e experiências na área de pesquisa.</strong></p>
<p><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2014/01/Imagem016-150x1501.jpg"><img class="size-full wp-image-975 alignright" alt="Imagem016-150x150" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2014/01/Imagem016-150x1501.jpg" width="150" height="150" /></a>Michel Mascarenhas:</b> Sou graduado em Direito (2006) e Mestre em Direito Constitucional (2010), além de advogado. Iniciei a minha trajetória acadêmica na Fundação Escola Superior de Advocacia do Ceará, onde atuei como coordenador dos cursos de extensão e, posteriormente, após concluir meu Mestrado, como coordenador das pós-graduações. <span id="more-1376"></span>Esse trabalho perdurou de 2007 a 2010. Nesse período ministrei alguns dos cursos, dentre eles um específico para um grupo de advogados de Cabo Verde. Em 2010 fui aprovado na seleção pública para professor substituto de direito processual penal da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará &#8211; UFC, tendo ministrado as disciplinas de Direito Processual Penal III e Antropologia Geral e Jurídica. De 2010 a 2011, também fui contratado como professor da Universidade de Fortaleza, onde ministrei as disciplinas de Direito Penal I, III e IV, Direito Processual Penal II e Introdução à Ciência do Direito; e como professor da Faculdade Sete de Setembro onde atuei junto ao curso de negócios imobiliários, tendo ministrado as disciplinas de Contratos de Negócios Imobiliários, Locações de Imóveis (Lei Federal nº 8245/1991) e Direito Imobiliário/Cartorário. Nesse ínterim, ministrei disciplinas em cursos de especializações na Universidade de Fortaleza e na Faculdade Estácio de Sá.</p>
<p>No ano de 2011, fui aprovado no concurso público para professor assistente da disciplina de Direito Processual Penal da Universidade Federal do Ceará &#8211; UFC, tendo tomado posse no mês de agosto. Em outubro de 2011, fui convidado para assumir o cargo de Coordenador Geral do Núcleo de Prática Jurídica da UFC, onde estou até o momento.</p>
<p>Pesquisei e escrevi na área de direito privado, mais especificamente da Responsabilidade Civil, tendo lançado, no ano de 2009, o livro &#8220;A responsabilidade civil no rompimento do casamento e da união estável&#8221; &#8211; Florianópolis: Conceito; e também pesquisei e escrevi na área de direito público, tendo lançado, no ano de 2011, o livro &#8220;Tribunais de Contas e Poder Judiciário&#8221; &#8211; São Paulo: Conceito. Atualmente, minhas pesquisas se limitam a área de Direito Penal e Direito Processual Penal, bem como a Teoria do Direito e do Estado e a Filosofia do Direito, tendo publicado em algumas obras de autoria coletiva, incluindo o Conpedi e a Revista da Faculdade de Direito da UFC.</p>
<p><b>B: </b><strong>Como surgiu o interesse pela docência?</strong></p>
<p><b>MM:</b> O interesse pela docência surgiu pela própria vocação e pelo encanto que tenho de enfrentar desafios, bem como pela importância da constante atualização do conhecimento, tendo em vista que é na sala de aula e dentro da academia, especialmente no contato com os alunos, que surge a imperiosa necessidade de se manter em dia com a ciência.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Na sua avaliação, quais os maiores desafios da atividade docente?</strong></p>
<p><b>MM:</b> Há muito desafios, realmente. Dentre eles, posso citar a forma e a justiça nas avaliações; a falta de respeito que alguns alunos, ainda que raramente, têm pelos professores; as vaidades existentes e manifestadas por alguns colegas do corpo docente e por um ou outro aluno; formar o aluno para a vida prática; e fazer o aluno gostar e apreciar a formação humanística. Todos, no entanto, enfrento com prazer, procurando ser equilibrado na busca das melhores soluções. Mas o maior e melhor desafio surge quando o aluno indaga, desejoso de se aprofundar na matéria, obrigando o professor a buscar sempre o algo a mais, enriquecendo a relação e aprimorando o conhecimento, tanto do aluno quanto do docente.</p>
<p><b>B:</b> <strong>E o que mais lhe dá prazer em seu papel como professor?</strong></p>
<p><b>MM:</b> É saber que fiz, e faço, parte da vida de tantas pessoas, especialmente dos nossos alunos. Saber que o aluno, sempre que for estudar a matéria vista em sala de aula, fatalmente vai lembrar do meu nome, da minha imagem e, também, daquilo que pude transmiti-lo. Saber que participei da formação acadêmica de seres humanos é a minha maior satisfação.</p>
<p><b>B: </b><strong>Que responsabilidades o senhor tem atualmente na UFC?</strong></p>
<p><b>MM:</b> Além das disciplinas que ministro, estou, desde outubro de 2011, no cargo de Coordenador Geral do Núcleo de Prática Jurídica da UFC.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Qual a importância da formação docente, promovida pela CASa, por exemplo, para o professor recém-chegado na universidade?</strong></p>
<p><b>MM:</b> A importância é muito grande, tendo em vista os debates, atividades, cursos e palestras promovidas, onde se discute e abrem-se os horizontes para o enfrentamento dos desafios que mencionei acima. Além disso, é uma forma de congraçar o professor neófito, dando a ele a chance de realmente conhecer vários departamentos e setores da UFC, que é um universo imenso, por vezes inalcançável. Mas é a nossa Casa. E que pessoa mora num Casa sem conhecê-la? A CASa, portanto, permite esse conhecimento e o treinamento do docente.</p>
<p><b>B:</b> <strong>Para além da sala de aula, quais são seus outros interesses, hobbies etc?</strong></p>
<p><b>MM:</b> Viajar é a minha maior preferência. Mas gosto de jogar basquete e futebol; de estar com a minha família (minha esposa e meu filho que, mesmo com apenas dois anos, já adora basquete e futebol); ler; ouvir uma boa música (especialmente de música clássica, ópera, pop-rock nacional e internacional &#8211; com destaque para U2, Tears For Fears, Elton John, Jota Quest, Capital Inicial, Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso&#8230;)&#8230;Um breguinha de vez em quando também é muito bom&#8230;E em breve desejo aprender a tocar um ou dois instrumentos musicais, talvez violino e sax. Vamos ver. Ver um bom filme.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>E</strong></em><strong><em>ntrevista realizada na data 01/03/2014 para coluna Spotlight do Breviário da CASa.</em></strong></p>
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