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	<title>Blog da CASa &#187; Depoimentos dos Discentes</title>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Allyson Bezerra de Oliveira</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 18:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[ Parece ser difícil, com tanta robotização do sistema educacional, encontrar professores que fujam à regra e mudem seu sistema de avaliação. Estamos sempre acostumados a estudar e decorar coisas para testes que muitas vezes acabamos desestimulados. Porém,  ainda há professores&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/1985/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div> Parece ser difícil, com tanta robotização do sistema educacional, encontrar professores que fujam à regra e mudem seu sistema de avaliação. Estamos sempre acostumados a estudar e decorar coisas para testes que muitas vezes acabamos desestimulados. Porém,  ainda há professores que tentam inovar, sem perder aspectos do ensino tradicional. Para mim que sou do curso de Engenharia Elétrica, o que torna o curso atrativo são as possibilidades de projetos que podem ser feitos e é exatamente isso que alguns professores tentam nos proporcionar. No semestre passado, na disciplina de Circuitos II, o último tema foi abordado de forma diferente: não existia um teste sobre o assunto &#8220;transformadores&#8221;. Foi pedido para que projetássemos um transformador. Foi bem empolgante, pois assim a gente utilizaria as equações e teorias envolvidas para um projeto real e não somente para resolver algumas questões objetivas e repetitivas. Apesar de trabalhoso, foi perceptível que todos se animaram com isso.</div>
<div style="text-align: right;"></div>
<div style="text-align: right;">Allyson Bezerra de Oliveira</div>
<p style="text-align: right;">Discente do curso de Engenharia Elétrica<br />
UFC &#8211; Campus de Sobral<span style="font-family: Times New Roman; font-size: medium;"><br />
</span></p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Luis Fernando Madeira Carneiro</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 17:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>
		<category><![CDATA[Mosaico de Docência]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>A didática dos professores da UFC, especificamente do curso da música e psicologia (pois foram os que tive um enorme prazer de aprender) do campus de Sobral, foi e ainda é um divisor de águas na minha perspectiva de como ser um bom professor. Cada professor tem suas particularidades, alguns nos instigam a fazer pesquisas para que conquistemos as respostas para algumas questões que podem ser relevantes para a nossa formação, outros nos inspiram buscando o saber a partir do que conhecemos, nos fazendo ficar cada vez mais envolvidos em meio a tantas contextualizações. Ao passo que, a cada aula, nos fazem querer ficar para aproveitar até o último segundo do que o professor tem a nos oferecer. E não podemos esquecer de citar uma minoria que nos ensina a melhor lição de todas: a de como não ser um professor.<span id="more-1933"></span></p>
<p>Todas estas experiências são de muita valia. Elas nos fazem ficar mais críticos e exigentes com quem nos ensina, e mais ainda com o quê e a quem vamos ensinar. Quem não quer fazer da sua aula, a melhor aula para seus alunos? Aquela aula que envolve, empolga e que desperta em todos estas novas possibilidades de ensino e aprendizagem pode se tornar possível, e devo isto a todos os professores que me doaram um pouco da sua essência pedagógica.</p>
<p style="text-align: right;">Luís Fernando Madeira Carneiro</p>
<p style="text-align: right;">Discente do curso de Música da UFC de Sobral, Campus Mucambinho e professor de bateria e percussão da escola de música de Sobral</p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Camila Torres Vidal David</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2016 17:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>No que concerne às boas didáticas de professores, do meu ponto de vista como aluna, as metodologias alternativas de ensino aliadas à uma abertura de diálogo entre docentes e discentes são interessantes no processo de ensino-aprendizagem. Ao passo que as metodologias que fogem a norma, promovem diversas maneiras de acesso ao ensino, despertam o interesse e mostram os aspectos variados dos assuntos tratados, vão além da forma “quadrada” que configura e limita uma sala de aula. Quanto ao diálogo, o mesmo é uma via de laço social, que propicia uma abertura para o encontro entre duas classes que são muitas vezes percebidas como distantes, há também uma abertura para a troca de opiniões, ou seja, há uma construção conjunta de ambos os envolvidos.<span id="more-1931"></span></p>
<p style="text-align: right;">Camila Torres Vidal David</p>
<p style="text-align: right;">Discente do curso de Psicologia da UFC de Sobral, Campus Mucambinho</p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Ivani Carvalho</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 17:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou no terceiro semestre do curso de Sistemas e Mídias Digitais, na Universidade Federal do Ceará. As experiências mais comuns que tive, eram marcadas por prazos e provas textuais, que muitas vezes (e infelizmente) não favorecem que os estudantes absorvam&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/mosaico-discente-ivani-carvalho/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estou no terceiro semestre do curso de Sistemas e Mídias Digitais, na Universidade Federal do Ceará. As experiências mais comuns que tive, eram marcadas por prazos e provas textuais, que muitas vezes (e infelizmente) não favorecem que os estudantes absorvam o conhecimento. <span id="more-1633"></span>Quero destacar, portanto, uma nova experiência pedagógica que tive na cadeira de Narrativas Multimídias, ministrada coletivamente pelos professores Georgia Cruz e Glaudiney Mendonça. Nessa cadeira, tivemos diversas avaliações, de uma maneira diferente e bem mais participativa.</p>
<p>A abordagem utilizada pelos professores na cadeira se dava através da utilização de filmes com debates ao final, criação histórias próprias e também, criação de nossos próprios curtas (“mini-filmes”).</p>
<p>Tínhamos vontade de fazer os trabalhos, pois o que nos era pedido, era algo que a gente iria levar para o resto do curso, aprendíamos a produzir narrativas, para termos condições de fazer bons aplicativos ou criarmos jogos. Nossos professores nos passaram uma forma diferente de lidar com os prazos, nos fazendo ter prazer de frequentar as aulas e devanear com nossos colegas de sala sobre o assunto da aula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Ivani Carvalho</p>
<p style="text-align: right;">Discente do Curso de Sistemas e Mídias Digitais</p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Beatriz Pinheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2013 21:36:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Ingressei na Universidade e, no decorrer dos semestres, fui percebendo as peculiaridades de cada um dos meus professores, percebi que as diferenças iam muito além da metodologia e didática. Cada professor leva um pouco de sua personalidade para sala de&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-beatriz-pinheiro/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ingressei na Universidade e, no decorrer dos semestres, fui percebendo as peculiaridades de cada um dos meus professores,<b><i> </i></b>percebi que as diferenças iam muito além da metodologia e didática. Cada professor leva um pouco de sua personalidade para sala de aula, leva seu posicionamento também, isso faz com que o ensino fique mais enriquecedor, e nos faz perceber, que por mais que sejam professores, são também pessoas que além de conhecimento possuem individualidade.<span id="more-427"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não posso deixar de falar que, não só eu, mas a turma encontrou dificuldades com algumas disciplinas. Achamos<b><i> </i></b>que o professor tanto pode facilitar como dificultar, e<b><i> </i></b>já nos deparamos com alguns que tivemos dificuldades com a aprendizagem, chegando até um alto grau de reprovação. Porém como aluna, percebi que o ensino também depende e muito de nós estudante. Tenho impressão que o costume da escola chega até a Universidade. Na escola temos o hábito de ter um professor que faz quase tudo por nós, há um incentivo maior de nos ater ao ensino, enquanto que na Universidade, além de nos fazer pensar e tirar conclusões muito adiante do que é ensinado, exposto, o docente universitário tem plena consciência de que somos maduros suficientes para termos responsabilidades e vontade para estar ali, em uma instituição muito diferente da escola tradicional.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de conviver com pessoas de um imenso conhecimento são únicas, a cada semestre vejo o quanto de privilégio tenho de estar aprendendo com professores tão capacitados e dispostos a passar o máximo de conhecimento para seus alunos e respeitando nossas limitações. Há também uma grande admiração por parte de nós alunos por nossos professores, que queremos chegar onde eles chegaram e sabemos que quando chegarmos eles serão os primeiros a nos parabenizar e ficar felizes e orgulhosos por participar de nossas conquistas.</p>
<p style="text-align: right;">Beatriz Pinheiro</p>
<p align="right">Discente do Curso de Economia da UFC</p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Liana Ibiapina</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 18:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Acredito que o bom relacionamento entre professores e alunos aumenta a aprendizagem e o interesse de toda a turma. Para isso é imprescindível que o professor seja aberto ao diálogo. Uma disciplina ministrada como uma ‘ditadura’ onde o mais ‘poderoso’&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-liana-ibiapina/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acredito que o bom relacionamento entre professores e alunos aumenta a aprendizagem e o interesse de toda a turma. Para isso é imprescindível que o professor seja aberto ao diálogo. Uma disciplina ministrada como uma ‘ditadura’ onde o mais ‘poderoso’ deve ser ouvido e obedecido sempre diminui, e muito, o interesse de todos pela matéria dada. Conheço inúmeros exemplos de pessoas que criaram muita expectativa a respeito de uma cadeira por ser a área que mais lhe interessava e a forma como ela era conduzida fez com que o aluno mudasse completamente a área de atuação desejada.<span id="more-414"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O professor deve ter o controle da aula e a última palavra tem que ser a dele. Os alunos devem respeito à experiência e aos estudos realizados pelo professor, mas acredito que um consenso, na maioria das vezes, resolve muitos dos embates que acontecem em salas de aula.</p>
<p style="text-align: justify;">As partes precisam entender o lado do outro. Se o professor falta os alunos não admitem, reclamam. Se o aluno chega atrasado o professor não gosta, reclama. Imprevistos acontecem na vida de todos e eles devem ser compreendidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal ponto que destaco para que, na minha opinião, a docência siga por uma trilha mais ‘saudável’, é que os professores levem em consideração o que os alunos têm para dizer e que estejam dispostos a tentar uma mudança, caso ela seja realmente necessária. Quando mais de um aluno se queixa de uma mesma coisa, provavelmente, ela não está correta ou não está sendo executada da melhor forma. O professor ao ouvir essas questões pode melhorar o processo de aprendizagem da turma.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Liana Ibiapina Beviláqua &#8211; Estudante de Publicidade e Propaganda – UFC / Bolsista CASa</strong></p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Tatiana Almeida</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Nov 2013 14:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Graduanda do Curso de Pedagogia &#8211; FACED – UFC Durante minha caminhada escolar, alguns poucos professores foram, por mim percebidos, como mais do que pessoas que poderiam me ajudar a compreender um conteúdo para realizar exames. Suas contribuições foram magníficas&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-tatiana-almeida/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Graduanda do Curso de Pedagogia &#8211; FACED – UFC</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><i style="font-size: 13px; line-height: 19px;">Durante minha caminhada escolar, alguns poucos professores foram, por mim percebidos, como mais do que pessoas que poderiam me ajudar a compreender um conteúdo para realizar exames. Suas contribuições foram magníficas e as carrego até hoje (essa pouca percepção pode está ligada a pouca maturidade ou algo do tipo). Mas foi, de fato, na caminhada acadêmica que essas experiências foram bem mais significativas (e ainda continuam sendo), talvez pelo fato de que é na Universidade que se espera construir o que levaremos por toda a vida, não apenas em termos de conhecimento, pensamento crítico ou amizades, mas porque, geralmente, somos levados a desconstruir tantos conceitos prévios e termos a visão ampliada. </i></p>
<p style="text-align: justify;"><i><span id="more-375"></span></i></p>
<p style="text-align: justify;"><em id="__mceDel"><i> Assim, compartilho com vocês uma <b>carta</b> que teve como destinatária uma professora que muito me marcou positivamente. A cada dia que passa, certifico-me da beleza que é ter o caminho cruzado com pessoas que têm a incrível capacidade de nos ajudarem a alargar fronteiras.</i></em></p>
<p style="text-align: justify;">Querida Lulu,</p>
<p style="text-align: justify;">Sei que você já está com um sorriso no rosto! P.S.: essa é uma marca registrada sua! Fiquei pensando como poderia fazer para escrever essa carta sem ser tradicional, não usando frases feitas. Daí percebi que se optasse por escrever o que penso seria bem mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, dando um sentido a tudo isso, quero te agradecer de todo coração e com toda a racionalidade possível pela sua vinda e permanência na minha cidade. Dessa permanência aqui, uma serie de acontecimentos foram desencadeados e dentre eles está o seu trabalho, que eu sei que é algo que te inspira e define.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de passar dois semestres tendo você como professora foi muito rica, muito mesmo. Confesso que me apeguei muito a você, ao seu jeito “maluquinho” de ser e com ele, sim é verdade, aprendi muitas coisas que não estão previstas na ementa das suas disciplinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembra que no primeiro dia de aula? Eu estava no segundo semestre, as cadeiras da sala estavam dispostas em círculo, como de costume, e você perguntou quais as nossas expectativas para a disciplina. Fiquei pensando em algo para dizer, então falei “espero que a gente se dê bem”. De fato, isso aconteceu!</p>
<p style="text-align: justify;">Sua forma de ser e conduzir os momentos em sala sempre foi muito agradável. Suas atividades, sempre muito criativas e estimulantes, contribuíram para desenvolver minha sensibilidade em relação ao que as crianças produzem, ao que criam. As suas dinâmicas que sempre envolviam todo o grupo eram muito boas, contribuíam para que os alunos se aproximassem e se conhecessem. No inicio eu pensava “como essa mulher vai avaliar a gente?”. Daí você começou a passar atividades que mexiam no nosso baú de vivências, nas nossas memórias e sempre uniu suas avaliações sobre a nossa apreensão dos conteúdos com a nossa subjetividade.  Sabe a última disciplina que fiz com você, no semestre passado? Então, tivemos que fazer o seminário sobre música. Caramba, foi muito bom! Ter tido a idéia de ir ao conservatório de música, observar as crianças apreciando os sons e manipulando os instrumentos foi tão interessante! Os ensinamentos que tive com você não se restringiram só a sua sala de aula no bloco antigo da faced, elas se expandiram e no semestre seguinte, em outra disciplina, ganharam mais vida com dois dias de oficina que desenvolvemos com um grupo de crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Olha só, você chegou e deu um “up” na minha vida não só acadêmica, mas nas áreas pessoais também. Em meio a tantas filosofias, sociologias, metodologias e até psicologias (esses ensinos sendo mais específicos dos semestres iniciais) você trouxe cor para os meus dias. Coloriu as manhãs!</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe outra coisa que devo a você? A quantidade de “porquês” que nem sempre sai da minha boca, mas que está na mente e um olhar que procura o “belo” em meio a tanto concreto da nossa cidade. Quando estou na rua e vejo uma árvore florida em meio a tantas outras secas lembro de você.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinto ciúmes, mas admiro a sua forma de tratar os alunos, sempre de igual para igual. Cara, você foi uma das primeiras professoras que tivemos na faculdade que sabia o nosso nome!</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, já estou olhando para o computador, com as mãos abaixo do queixo e me perguntando que mais posso escrever. Nada vem a mente. Vejo palavras embaralhadas, mas sentimentos definidos, organizados. Posso recolocar, pois acredito que expressei isso nas linhas acima, que sou feliz por tê-la comigo, por ter impressões suas em mim.</p>
<p align="right"><em>“Se vieres, por exemplo, às quatro horas, as três, eu começarei a ser feliz.” </em></p>
<p style="padding-left: 60px;" align="right">               – <strong>Saint-Exupéry, em O Pequeno Príncipe </strong></p>
<p align="right">       Com carinho,</p>
<p align="right">Talita Almeida Rodrigues</p>
<p align="right">Fortaleza, 22/11/2012</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mosaico Discente &#8211; Ed Borges</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Nov 2013 14:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Professores que marcam Ed Borges, estudante do 8° semestre de Comunicação Social – Jornalismo. ed.borgesdias@gmail.com &#160; Ingressar na universidade para mim, como estudante recém-saído do Ensino Médio, foi, antes de tudo, experimentar um forte choque de transição entre a realidade&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-ed-borges/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><b>Professores que marcam</b></h3>
<p style="text-align: justify;" align="right"><strong>Ed Borges, estudante do 8° semestre de Comunicação Social – Jornalismo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;" align="right"><strong><a href="mailto:ed.borgesdias@gmail.com" target="_blank">ed.borgesdias@gmail.com</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressar na universidade para mim, como estudante recém-saído do Ensino Médio, foi, antes de tudo, experimentar um forte choque de transição entre a realidade do ambiente escolar e a do espaço universitário. Foi me perceber não apenas como um ser “ouvinte”, pronto para receber saberes cristalizados, mas como um sujeito ativo e pensante, capaz contribuir no processo de construção do conhecimento. Essa mudança se deu graças ao trabalho de grandes docentes que tive ao longo dos semestres, que conseguiram me transformar não somente como estudante, mas também como pessoa. Para mim, os professores mais marcantes foram aqueles que, mais do que simplesmente transmitir o conteúdo, estavam preocupados em abrir espaços de debates, em fazer os alunos questionarem a si mesmos e os conhecimentos adquiridos dentro e fora da academia. <span id="more-358"></span>Além disso, foram aqueles que souberam dinamizar a aula, trazendo filmes, músicas, textos extras, e permitindo que os alunos também encontrassem formas criativas de transmitir ideias. O mais importante que deve haver entre professores e alunos, de acordo com as experiências que tive durante a vida universitária, é o respeito mútuo e a horizontalidade das relações. Sem a hierarquização rígida, sem os conceitos de “superioridade” do docente e de “inferioridade” do discente, cria-se uma oportunidade de intensa troca de experiências e de ampliação do processo de aprendizagem, que se torna mais rico e humanizado.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mosaico Discente &#8211; Thuany Ribeiro</title>
		<link>http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-thuany-ribeiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 19:19:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.blogdacasa.ufc.br/?p=334</guid>
		<description><![CDATA[O essencial da Docência na UFC Thuany Ribeiro – estudante de Ciências Sociais da UFC- Bolsista CASa Apesar do pouco tempo dentro da universidade, percebi que é essencial para o aprendizado não só ter professores formados e especializados em sua&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-thuany-ribeiro/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><b>O essencial da Docência na UFC</b></h3>
<p style="text-align: justify;" align="right"><strong>Thuany Ribeiro – estudante de Ciências Sociais da UFC- Bolsista CASa</strong></p>
<p>Apesar do pouco tempo dentro da universidade, percebi que é essencial para o aprendizado não só ter professores formados e especializados em sua área de atuação, mas também que eles saibam transmitir os conteúdos aos seus alunos da forma mais clara e didática possível. Pensando sobre isso, gostaria de destacar aqui uma experiência vivida em sala de aula.<span id="more-334"></span></p>
<p>Os cursos da área de humanas apresentam um desafio a mais para os professores: o de transmitir muita teoria, tentando não torná-la cansativa nem distante demais da realidade prática. Nesse sentido, tive um professor no início do semestre que coseguiu realizar o desafio acima através de uma impressionante metodologia. Tratava-se de nunca deixar as aulas “paradas”. Em um aula tinha-se a discussão dos textos, em outra um seminário, em outra um filme ou uma resenha. Apesar de parecer simples, essa forma de abordagem deixava os alunos bem mais motivados a irem pra sala de aula, pois cada aula era algo novo. O professor sabia bem utilizar diferentes mídias para a transmissão do conteúdo e insistia sempre que as disciplinas teóricas não precisam se limitar a textos.</p>
<p>E o interessante disso tudo foi o impacto causado em mim, pois quando entrei para o curso já tinha uma disciplina de minha preferência e ao terminar o semestre fui felizmente surpreendida, sua disciplina me conquistou totalmente.</p>
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		<title>Mosaico Discente &#8211; Karine Felipe Oliveira</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Oct 2013 00:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depoimentos dos Discentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Didática diferente, boa prática Karine Felipe Oliveira – Estudante de Publicidade e Propaganda-UFC Bolsista CASa Para ser um bom professor é preciso muito mais que conhecimento técnico e teórico. O bom professor é aquele que divide, aprende, orienta, inspira e&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/olhar-discente-karine-felipe-oliveira/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><b>Didática diferente, boa prática</b></h3>
<p style="text-align: justify;" align="right"><strong>Karine Felipe Oliveira – Estudante de Publicidade e Propaganda-UFC Bolsista CASa</strong></p>
<p>Para ser um bom professor é preciso muito mais que conhecimento técnico e teórico. O bom professor é aquele que divide, aprende, orienta, inspira e encoraja. Aproveito o momento para descrever a experiência com uma didática experimentada em sala de aula, apresentando os argumentos que, sob minha visão de aluna, justificam a utilização de tais estratégias.</p>
<p>No início de cada disciplina, é normal ser apresentado o conteúdo que será ministrado. Nesse caso, ele foi apresentado de forma clara e concisa, demonstrando os caminhos e as justificativas para os estudos que a disciplina traria. Apesar de simples, essa prática é muito importante porque diz aos alunos o quanto eles precisam aprender, possibilitando a busca antecipada de tais conhecimentos.<span id="more-302"></span></p>
<p>Estudar não é sofrer. Apesar da grande carga de conteúdo, com organização e planejamento podemos alcançar o aprendizado mais prazerosamente, pois o cérebro memoriza as informações com mais agilidade e facilidade.  Para isso, recebíamos dicas de aproveitamento de tempo e o material utilizado em aula ficava disponível na internet, o que nos possibilitava dedicar máxima atenção à fala do professor.</p>
<p>Depois de tudo que acabei de dizer, você pode pensar que a experiência que estou relatando pode ter sido chata, monótona ou dura. A verdade é que para ensinar é preciso ter paixão pelo que se faz. A paixão contagia e quem é aluno sabe que é necessário motivação para continuar estudando. Nosso professor deixava transparecer o prazer que tinha em estar em contato com os assuntos que nos ensinava, trazia exemplos de peças feitas por ele mesmo com conhecimentos que estávamos adquirindo e isso nos incentivava a continuar estudando.</p>
<p>Bons professores também sabem dividir. Nesse caso, o compartilhamento é feito por meio de uma página no facebook em que alunos e professor dividem conteúdos relacionados às disciplinas ministradas por ele. A página possibilita que os próprios alunos contribuam com a formação dos colegas e é espaço para tirar dúvidas e informar sobre urgências e novidades.</p>
<p>O professor precisa desafiar seus alunos. Errar é humano e o mercado de trabalho é cada vez mais exigente, por isso é preciso que entremos em contato com a prática profissional cada vez mais cedo. Em um primeiro momento, o erro é normal, perdoável e até desejável, se trouxer aprendizado. Nessa disciplina fomos convidados a participar de várias atividades desafiadoras, como apresentar seminários com tempo cronometrado e participar de ‘Splash Tests’, que são testes feitos de surpresa e com um curto espaço de tempo para apresentar resposta. Também fizemos trabalhos que pareciam ir além de nossa capacidade. Não foram fáceis, mas nos trouxeram grande benefício.</p>
<p>Essa forma de avaliação pode parecer assustadora, mas foi tudo muito bem pensado. Sempre que julgávamos necessário, contávamos com o apoio do professor e os ‘Splash Tests’ faziam parte de um somatório de pontos extras, ou seja, nunca nos prejudicaríamos por causa deles, mas serviam para medirmos como estava o aproveitamento das aulas.</p>
<p>Por fim, uma qualidade muito importante e valorizada em um professor é saber ouvir. Quando fazíamos um trabalho, tínhamos a oportunidade de apresentá-lo, descrevendo todo o processo de construção e falando das dificuldades. Depois disso, recebíamos as opiniões do professor e dos colegas, o que contribuía para a nossa formação profissional e mantinha um ambiente propício para a troca saudável de críticas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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