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	<title>Blog da CASa &#187; Mosaico Pedagógioco</title>
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		<title>Mosaico Pedagógico &#8211; Profª Drª Andréa Araújo de Vasconcellos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 04:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico Pedagógioco]]></category>

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		<description><![CDATA[Relato de experiência na carreira docente Em fevereiro/2014 passei no concurso para Professor Efetivo do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Ceará, Campus de Sobral, para a área de Prótese e Oclusão, com carga horária de 20h/semanal. Tive a&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/mosaico-pedagogico-profa-dra-andrea-araujo-de-vasconcellos/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><b><b>Relato de experiência na carreira docente</b></b></h3>
<p>Em fevereiro/2014 passei no concurso para Professor Efetivo do Curso de Odontologia da Universidade Federal do Ceará, Campus de Sobral, para a área de Prótese e Oclusão, com carga horária de 20h/semanal. Tive a oportunidade de, junto aos outros professores da área, ministrar aulas para os alunos do 5º ao 10º semestre, no período de 2014 e 2015, e ainda de orientar Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e participar de várias bancas avaliadoras. Como o concurso não exige Dedicação Exclusiva, fui convidada para coordenar o Curso de Aperfeiçoamento em Prótese Fixa com duração de 1 ano, no Instituto Cearense de Especialidades Odontológicas (ICEO), onde formamos 4 turmas. Lá, tive a oportunidade de ministrar aulas teóricas, atividades de prática laboratorial e extenso atendimento clínico com pacientes, e foi minha primeira experiência de assumir a coordenação de um curso de Pós-Graduação. Nesse contexto, além de estar à frente do curso, participei da dinâmica de organização de cronograma, relação de materiais para laboratório e clínica, organização com os pacientes e acompanhamento de todos os casos clínicos.<span id="more-2482"></span></p>
<p>No início de 2016 mudei para Brasília, e fui cedida em outro órgão público. Na ocasião da mudança, fui convidada para ser coordenadora do Curso de Especialização em Prótese Dentária no Instituto Roraimense de Especialidades Odontológicas (IREO), em Boa Vista/RR, um curso com certificação pelo MEC/CFO. Assim, iniciamos a primeira turma desse Instituto nessa área de concentração, que ocorre 4 dias/mês, por um período de 2 anos. Em Roraima, estou vivenciando a realidade dos alunos da região, diante de limitações de materiais odontológicos, especialmente pela localização e dificuldade de acesso da região, e algumas barreiras relatadas por eles no período de graduação, o que torna extremamente motivador a concretização de um curso de excelência para a formação desses futuros especialistas.</p>
<p>Tive a oportunidade, no final de 2016, ainda na prática docente, de iniciar uma turma de Aperfeiçoamento em Prótese na São Leopoldo Mandic, em Brasília, um curso com duração de 1 ano. Interessante que, em Brasília, temos alunos de cidades diferentes de Goiás, Minas Gerais e até do Piauí, além dos alunos do Distrito Federal. Nesse caso, está sendo possível ter uma boa noção do que os cursos de Graduação abordam na nossa área de concentração nessas diferentes cidades, aliada à experiência que tive em Fortaleza e estou tendo em Boa Vista. Tenho percebido a necessidade contínua de um reforço dos cursos de Graduação na formação dos alunos em Prótese Dentária, uma vez que os alunos graduados têm extrema insegurança para realização sem acompanhamento de um professor. E, nessa análise, fica o orgulho de ter participado durante dois anos do quadro de professores de Prótese e Oclusão da UFC – Campus Sobral, e vermos que nossos ex-alunos estão exercendo com tamanha responsabilidade e domínio de assunto nessa área, e sempre em constante busca por atualização profissional.</p>
<p>Ser docente é, para mim, significado pleno de realização profissional. É estar cansada, mas feliz. É falar sobre isso, e o olho brilhar. Sempre motivada, com feedback extremamente positivo dos alunos e, então, vejo que esse é o meu caminho, a minha motivação, a minha alegria profissional. Ser docente é possibilidade de trocar experiências, é uma busca contínua por conhecimento, estar diretamente ligada na orientação de monografias, trabalhos em congressos, artigos científicos. É a busca de atualização através da leitura e publicação de artigos científicos, é buscar atualização no que há de mais moderno no mercado e nas técnicas, buscando proporcionar aos alunos o mais alto grau de excelência de aprendizado e vivência clínica. Para mim, é quando consigo explorar ao máximo o meu maior potencial.</p>
<p><span style="letter-spacing: 0.05em;"> </span></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Andréa-Vasconcellos.jpg"><img class="alignleft  wp-image-2488" alt="Andréa Vasconcellos" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2017/02/Andréa-Vasconcellos-225x300.jpg" width="162" height="216" /></a><b>Prof<sup>a</sup>. Dr<sup>a</sup>. Andréa Araújo de Vasconcellos<br />
</b>Cirurgiã-dentista<br />
Especialista em Prótese Dental &#8211; São Leopoldo Mandic/Campinas<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><i>Mestra e Doutora em </i>Clínica Odontológica &#8211; Prótese Dental &#8211; FOP/Unicamp<br />
</em></em><em id="__mceDel" style="letter-spacing: 0.05em;"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><b>Docente &#8211; Odontologia/Sobral &#8211; UFC</b></em></em></em></em></p>
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		<title>Mosaico Pedagógico &#8211; Profª Drª Emanuelle Kelly Ribeiro</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 17:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico Pedagógioco]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudante de Design-Moda da UFC e seu olhar sobre a produção artesanal A observação da relação estabelecida entre designers e artesãos no contexto das intervenções voltadas para o desenvolvimento e atualização do artesanato no interior do Ceará gera uma&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/mosaico-pedagogico-profa-dra-emanuelle-kelly-ribeiro/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>O estudante de Design-Moda da UFC e seu olhar sobre a produção artesanal</b></p>
<p>A observação da relação estabelecida entre designers e artesãos no contexto das intervenções voltadas para o desenvolvimento e atualização do artesanato no interior do Ceará gera uma série de questionamentos sobre o tipo de formação que vem sendo dada aos designers responsáveis por aplicar as metodologias de design na produção artesanal.</p>
<p>A partir de entrevistas realizadas com estudantes do curso de Design-Moda ao longo do ano de 2016, pode-se perceber que há, ainda, muita incerteza sobre a prática das intervenções no artesanato.<span id="more-2464"></span></p>
<p>A maioria dos estudantes relatou que não está segura sobre o método de atuação junto aos artesãos e sobre as possibilidades e limites de seu trabalho com o artesanato. Pensando nisso, foi criada uma disciplina no curso de Design-Moda da UFC denominada: Pesquisa e Inovação em Artesanato, que tem como objetivo estudar métodos de intervenção no artesanato a partir das ferramentas do design, mas respeitando os limites e a capacidade produtiva dos artesãos.</p>
<p>Ao longo dessa disciplina, ministrada pela primeira vez em 2016.1, foi possível perceber que além da função de projetistas, os designers também assumem a responsabilidade de repassar conhecimentos relacionados ao design de produto aos artesãos a fim de que estes desenvolvam certa autonomia na realização de seus trabalhos.</p>
<p>Ou seja, o designer, além de projetar novos produtos, também atua como mediador na “transmissão” de novos conhecimentos aos artesãos e que, desempenha este papel, na maioria das vezes, sem se dar conta. É por isso que surgem muitos questionamentos levantados pelos estudantes como o seguinte:</p>
<h5 style="padding-left: 30px;">Até que ponto o designer tem autonomia para desenvolver um trabalho de vanguarda? Até que ponto a nossa criatividade nos permite extrapolar alguns limites? Ou seja, como posso utilizar elementos que casem com o desejo do público da Ceart? (Ivanildo Nunes, designer, em 14 de agosto de 2013).</h5>
<h5 style="padding-left: 30px;">Temos várias funções pois temos que atender a vários desejos, o do público-alvo, do artesão, a questão social etc. (Patrícia, designer, em 14 de agosto de 2013).</h5>
<p>No trabalho com o artesanato, os designers veem-se responsáveis por várias funções, mas não conseguem se situar em relação a elas, não conseguem definir aonde começa e termina seu papel de designer. Uma questão importante foi colocada por um dos estudantes durante a disciplina:</p>
<h5 style="padding-left: 30px;">A gente não faz um curso de licenciatura, a gente não sabe nada sobre a construção do conhecimento humano, nossa formação é voltada para a lida com produtos e tudo o que tem a ver com ele. (Belchior, 20 anos, aluno do 2º semestre do curso Design-Moda UFC, licenciado em letras).</h5>
<p>O estudante ressalta em seu depoimento que o desenvolvimento de produtos artesanais requer do designer um olhar que seja voltado para algo além das características do produto, ou seja, para a formação humana, uma vez que o resultado obtido com esse tipo de trabalho depende, prioritariamente, do tipo de relação estabelecida entre designer e artesão.</p>
<p>Desta forma, é imprescindível trabalhar tais questões junto aos futuros profissionais de design no contexto da universidade, a fim de que possamos dar novos passos no que se refere ao desenvolvimento de ações mais eficazes em seus efeitos e que, portanto, tenham continuidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2017/01/Profa-Emanuelle-Kelly.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2472" alt="Profa Emanuelle Kelly" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2017/01/Profa-Emanuelle-Kelly-300x297.png" width="300" height="297" /></a></p>
<p align="right"><b>Emanuelle Kelly Ribeiro<br />
</b><b>(emanukelly@gmail.com)<br />
</b><b>Docente do curso de Design de Moda &#8211; UFC<br />
</b><i>Graduada em Estilismo e Moda<br />
</i><i>Mestre em Sociologia<br />
</i><i>Doutora em Educação pela Universidade Federal do Ceará – UFC</i></p>
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		<title>Mosaico Pedagógico &#8211; Profª Drª Camila Barros</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2016 14:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico Pedagógioco]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolvimento gráfico do Selo de 60 anos UFC As atividades práticas, externas à sala de aula, têm grande importância na formação técnica dos alunos. Além de valorizar a profissão, apresenta-se como uma oportunidade para aplicar diversas metodologias de projeto e&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/mosaico-pedagogico-profa-dra-camila-barros/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><b>Desenvolvimento gráfico do Selo de 60 anos UFC</b></h3>
<p>As atividades práticas, externas à sala de aula, têm grande importância na formação técnica dos alunos. Além de valorizar a profissão, apresenta-se como uma oportunidade para aplicar diversas metodologias de projeto e de aprendizado a cada etapa do desenvolvimento do produto. Quando trazemos problemas reais, em que o designer pode colocar seu saber para solucioná-lo, incentivamos o aluno a conviver com os desafios da profissão.</p>
<p>A atividade abaixo descrita, iniciada no ano de 2014, possibilitou um aprendizado orientado e dinâmico e, por envolver a comunidade universitária e a produção de um produto histórico, o Selo de 60 anos da UFC, gerou mais que um produto gráfico, ela, também, fortaleceu o sentimento de pertencimento à universidade por parte dos alunos e professores envolvidos. Dito isso, descreveremos abaixo o projeto de desenvolvimento gráfico desse material.</p>
<p><span id="more-2099"></span></p>
<p><b>Projeto de identidade Visual – Selo de 60 anos UFC</b></p>
<p>O ano de 2015 foi marcado pela celebração dos 60 anos da Universidade Federal do Ceará. Em dezembro de 2014, foi dado início esse ano comemorativo. Como marco do sexagésimo aniversário de fundação da instituição, o curso de Design desenvolveu o selo comemorativo a pedido do então reitor, Prof. Dr. Jesualdo Pereira, e em parceria com o Memorial da UFC. A equipe de trabalho do curso de Design envolveu as professoras Dra. Camila Barros e Dra. Aléxia Brasil e os alunos Lara Machado, Leslie Possidomio, Isabelle Medeiros, Leticia Camboim, Josias Nascimento, Marcos Oliveira e André Ximenes.</p>
<p>Para além da expressão gráfica que representa visualmente a instituição, buscamos, com a criação do selo, promover uma identificação entre os participantes da comunidade universitária, criando um símbolo representativo do então momento que a Universidade vivia, de expansão, de desenvolvimento tecnológico, de inclusão social e de acolhimento ao diverso.  Em diálogo com alunos, professores, servidores e com o então reitor, definimos que as bases criativas do selo seriam os conceitos de diversidade e transformação, entendendo a Universidade como espaço aberto ao diverso, ao heterogêneo, e em constante renovação. “Essas características são emblemáticas na caminhada da Universidade, que se encontra em intenso processo para promover a inclusão social e metodológica, fundamental para sua expansão” (Manual de Identidade Visual do Selo de 60 anos UFC, 2014, p. 03).</p>
<p align="center"><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/Selo-UFC-60-anos.jpg"><img class="size-medium wp-image-2101 aligncenter" alt="Selo UFC 60 anos" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/Selo-UFC-60-anos-300x135.jpg" width="300" height="135" /></a></p>
<p align="center"><b style="letter-spacing: 0.05em;">Figura 01:</b><span style="letter-spacing: 0.05em;"> Aplicação vertical do selo comemorativo dos </span>60 anos da Universidade Federal do Ceará.</p>
<p>O conceito de diversidade pode ser traduzido em diferentes arranjos dos elementos visuais. Nossa escolha, elegendo o numeral 60 como elemento principal do símbolo gráfico, trouxe a diversidade expressa nas cores e na a união das formas que compõem o número 60. Em sua especificidade, as três formas representam os pilares fundamentais da Universidade: Ensino, Pesquisa e Extensão. O Ensino foi expresso em azul marinho, cor que simboliza o saber. Sua forma é a base do quadrado, sugerindo o apoio à pesquisa e à extensão. A pesquisa, representada pela cor laranja, nos remete o amadurecer. A extensão foi expressa em amarelo, cor de ampla vibração e expansão luminosa. As linhas representativas ganham forma ao sair do quadrado e se prolongar para fora desse, simbolizando o espaço além da Universidade: a comunidade. Outro aspecto relevante é referente à escolha cromática, que foi retirada das paletas de cores utilizadas em peças de renda, comum no artesanato cearense.</p>
<p>O conceito de transformação está presente na sinuosidade do movimento das curvas fundantes do numeral 60, que, como um caminho expresso em linhas, se modifica, se transforma, sem perder a unidade. A tipografia escolhida, a geométrica Gotham<a title="" href="file:///C:/Users/masteruser/Downloads/mosaicopedagogico_ProfaCamila%20Barros_selo60anos.docx#_ftn1">[1]</a>, traz leveza e simplicidade, além de reforçar o movimento presente no símbolo.</p>
<p style="text-align: left;" align="center">O desenvolvimento do selo de 60 anos, foi ancorado na necessidade de fornecer unidade aos diversos eventos comemorativos, assim como os produtos resultantes desses. Entendemos que uma identidade visual se fortalece na repetição padronizada, conforme Peon(2003) “Considera-se identidade visual aquele componente de singularização visual que é formado por</p>
<p>um sistema expressamente enunciado, realizado voluntariamente, planejado e integrado por elementos visuais de aplicação coordenada” (PEON, 2003, p. 12). Assim, prevendo essas necessidades, desenvolvemos um manual de aplicação – Manual de Identidade Visual –, garantindo a excelência gráfica e a reprodução normatizada. Entre os produtos: materiais de papelaria, artefatos promocionais, peças expositivas e sinaléticas, compondo um manual detalhando. Destacamos aqui a bolsa criada em parceria com o artesão cearense Expedito Celeiro, produto entregue aos reitores de universidades federais.</p>
<p>Uma identidade visual é produto da esfera do simbólico, e como tal, é representação. Representação do que se é, ou do que se almeja ser. Os sentidos expressos no selo de 60 anos da Universidade Federal do Ceará – diversidade e transformação – promovem um ideal de universidade, o desejo de fazê-la aberta às demandas atuais, em diálogo com as comunidades interna e externa à academia. Essa atividade aqui descrita, além de ter promovido um fértil espaço de aprendizado aos alunos e aos professores, por envolver a universidade enquanto “marca”, coloca o Design como ferramenta social. Promovendo o reconhecimento para além do visual e tocando sensivelmente às pessoas, que juntas fazem esse espaço atento ao diverso e de relevante transformação que é a UFC.</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>PEÓN, Maria Luísa. <b>Sistemas de Identidade Visual</b>, Rio de Janeiro: 2AB, 2003.</p>
<div>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="file:///C:/Users/masteruser/Downloads/mosaicopedagogico_ProfaCamila%20Barros_selo60anos.docx#_ftnref1">[1]</a>Desenhada por Tobias Frere-Jones no ano 2000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="right"><b><a href="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/Profa-Camila-Barros.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2102" alt="Profa Camila Barros" src="http://www.blogdacasa.ufc.br/wp-content/uploads/2016/12/Profa-Camila-Barros-228x300.png" width="228" height="300" /></a></b></p>
<p align="right"><b>Profª Drª Camila Barros</b></p>
<p align="right"><b>Docente do Curso de Design</b></p>
<p align="right"><strong>Universidade Federal do Ceará</strong></p>
<p align="right"><strong>&lt;camilabfb@gmail.com&gt;</strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Mosaico Pedagógico</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 02:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CASa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mosaico Pedagógioco]]></category>

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		<description><![CDATA[Mosaico Pedagógico Onde o todo é feito por cada um! Ei, professor, de onde você está como vê o ensino superior na UFC?  Consegue se ver? Consegue me ver? De onde estou serei capaz de relatar aquilo que enxergo pela&#8230;<p class="more-link-p"><a class="more-link" href="http://www.blogdacasa.ufc.br/mosaico-pedagogico/">Read more &#8594;</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<div>
<p style="text-align: justify;">Mosaico Pedagógico</p>
<p style="text-align: justify;">Onde o todo é feito por cada um!</p>
<p style="text-align: justify;">Ei, professor, de onde você está como vê o ensino superior na UFC?  Consegue se ver? Consegue me ver? De onde estou serei capaz de relatar aquilo que enxergo pela fresta que meu olhar possibilita captar. Certamente, por mais que devote atenção e denodo só conseguirei descrever aquilo que aprendi e vivenciei no meu departamento e em minha sala de aula no contato direto com alunos que cursaram as disciplinas que lecionei. Você dirá, com toda razão, é pouco! Quero e preciso enxergar mais. Pois bem, também quero ver o que, do seu ângulo de visão, se descortina à sua frente. Preciso saber das suas vivencias e olhares sobre o ensino superior: oceano que resolvemos singrar juntos. Quem sabe assim, vendo o ensino na UFC através deste caleidoscópio de olhares, conseguiremos nos ver em nossa plenitude.  Pois bem, neste espaço convidamos você para, juntos e misturados, montar este mosaico vivo que é o ensino dentro da nossa universidade. Junte o seu olhar ao de centenas de professores que compõem  a UFC e, com isso, se reconheça naquilo que fazemos melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de agora eu posso te ver!</p>
</div>
<div></div>
<p><strong>Prof. Ricardo Othon Sidou<br />
Pediatria &#8211; Medicina Intensiva Pediátrica<br />
Departamento de Saúde Materno-Infantil da Universidade Federal do Ceará/UFC</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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